fevereiro 2015

O poder de um sorriso

Não abra os olhos até que esteja preparado para dar um sorriso.

Parece maluquice minha, mas eu juro que não é nada além de uma maneira infalível de mudar o mundo exercitando apenas alguns músculos!

Ao se levantar todos os dias de manhã você escolhe como viverá aquele dia. E essa é a escolha mais importante da sua vida.

Einstein uma vez disse que a mais importante das decisões que você toma é se vive em um universo amigável ou hostil. Pois eu, atrevida como sou, ouso fazer uma releitura das palavras do velho Einstein: A decisão mais importante que você toma na vida é se construirá um universo amigável ou hostil.

Sim, no final (ou seria no começo?) tudo não passa de uma escolha sua.

Quando você decide não abrir os olhos de manhã antes de poder dar o mais sincero e genuíno sorriso, está fazendo a mais poderosa das escolhas: ser leve e contagiar todo o mundo com sua leveza e energia!

É ali, naquele curto momento, naquele milésimo de segundo, que você toma a mais importante decisão da sua vida. Qual a realidade que você irá criar para o dia de hoje? Será a opção por um mundo amigável ou será um ambiente hostil?

Só que de nada adianta escolher um universo amigável se não participar efetivamente de sua criação. Sorrir é também fazer a escolha de mudar o mundo, pois poucas coisas são tão contagiantes como um sorriso. O sorriso é o principal elemento para a construção de um universo amigável.

Cada vez que um belo sorriso desponta em seu rosto, seu mundo automaticamente se torna mais leve.

Escolher sorrir é, ainda, um gesto de caridade. É entrar em sintonia com o outro e dar-lhe motivos para sorrir também. É convidá-lo a se unir a você nessa opção pela leveza e por um mundo com mais brilho nos olhos.

Sim, eu sei que coisas acontecem e nem sempre sorrir é fácil, mas lembre-se que você sempre tem, e sempre terá, essa opção. Não importa quais os seus motivos. Certo é que você sempre terá motivos, mesmo que no começo seja preciso ficar algum tempo procurando. Pode ficar tranquilo, nós aqui fora não temos pressa. Saberemos aguardar por um sorriso seu, pois temos a inabalável certeza que quando ele aparecer, compensará toda a espera.

É meu amigo, é chegada a hora de fazer escolhas melhores, hora de transformar a sua realidade e abraçar um mundo novo, esse mundo que você começará a construir assim que optar por sorrir.

Então, vem comigo!

O que ela quer da gente é coragem

Já dizia Guimarães Rosa, o que a vida quer da gente é coragem… Taí uma verdade!

Mas não é aquela “coragenzinha” que faz a gente pular de uma cachoeira ou saltar de paraquedas! É coragem para dar um basta em tudo o que te limita, tudo o que te aperta o coração e dá a sensação de que está deixando seus sonhos guardados na gaveta, para mais tarde!

É a coragem para vestir a camisa dos seus valores, para viver com coerência, para que as suas atitudes sejam o reflexo da sua essência!

Coragem para escolher você, escolher ser você e se desvencilhar de todos aqueles padrões em que os outros querem que você se encaixe!

Coragem para falar não, coragem para falar sim, coragem para falar: “Quer saber? Eu sou assim!”, mesmo sabendo que qualquer dessas respostas poderá desagradar um sem número de pessoas!

Coragem para perdoar, coragem para amar, coragem para agir, CORAGEM PARA SER FELIZ!!!!

E aí, quer ter mais coragem? Então, vem comigo!

Como seria o mundo ideal para você?

Neste carnaval, vendo tantas pessoas fantasiadas, com tamanha liberdade, para, pelo menos durante os quatro dias dessa festa linda, serem tudo o que quiserem, eu comecei a refletir: se pudéssemos fantasiar o mundo, colocá-lo do jeitinho que quiséssemos, como ele seria?

E se eu pudesse transformar a minha rotina, o que eu faria com ela? Qual a fantasia de carnaval que ela teria? Será que a vestiria com um pouco mais de tempo livre? Ou colocaria adereços de alimentação saudável e atividade física? E que tal mais cores? Sim, bastante colorido, arte, música…

E você, qual fantasia de carnaval você daria para a vida, para as pessoas na rua, para os seus familiares, seus colegas de trabalho? Se você pudesse construir uma realidade inteiramente nova, como ela seria?

Como você gostaria que o mundo fosse? Gostaria que as pessoas fossem mais felizes? Que o mundo fosse menos materialista, as pessoas mais espiritualizadas? Que todos se divertissem mais? Que o ser humano fosse mais paciente e afetuoso? O que mais? Vai lá, o céu é o limite, trace o seu mundo ideal!

Como você gostaria que fosse a sua rotina? Como é a vida que sonhou para você?

Eu estava fazendo o mesmo, pensando em como seria o mundo ideal para mim, sob o meu ponto de vista. E, no meio a essa divertida divagação, o Universo resolveu entrar na brincadeira, inserindo, no meio do livro que eu lia, a seguinte frase: “Desenhe a arte que você quer ver, comece o negócio que quer gerir, toque a música que quer ouvir, escreva os livros que quer ler, crie os produtos que quer usar – faça o trabalho que você quer ver pronto.” (Austin Kleon).

E, finda a leitura, eu a decidi complementar: construa o mundo em que você quer viver!

Sim, exatamente isso! Você imaginou pessoas mais felizes, leves e afetuosas? Então deixe que a leveza tome conta do seu ser, que os sorrisos coloram o seu rosto com a mesma frequência com que deseja vê-los nas outras pessoas. Abrace mais, beije mais, demonstre o seu afeto, diga que ama, que gosta, que está feliz por ver o outro. Espiritualize-se mais, entre em contato com a divindade que habita em você, seja qual for o nome que você dê a ela.

Ouça mais músicas, cante mais, dance muito, crie as suas próprias versões das letras e melodias. É tudo seu. A vida é sua. O mundo é seu. Faça com ele exatamente tudo o que você desejar.

Permita-se construir a sua realidade do jeitinho que sempre sonhou. Não se prenda ao que os outros vão pensar e dizer de você. Ao contrário, seja livre e dê a eles autorização para fazerem o mesmo.

Gandhi já nos disse: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”. E eu, em uma complementação desnecessária, repito: construa o mundo em que você quer viver!

Não espere mais, comece agora mesmo! Depende só da gente fazer deste mundo um lugar melhor!

Então, vem comigo!

Conta pra mim qual é o mundo ideal para você! Deixe um comentário ou mande um e-mail para carol@entaovemcomigo.com.br Ah, e não se esqueça de assinar a nossa newsletter, para ficar sabendo de tudo em primeira mão e ter acesso a conteúdo exclusivo!

Ah, a empatia!

Você sabe o que é empatia?

Eu não sabia. Eu era uma dessas pessoas que achava que empatia e simpatia eram sinônimos. Eu até conhecia as diferenças teóricas entre elas, mas para mim, na prática, era tudo a mesma coisa.

Empatia, nas minhas rasas e resumidas palavras, é a capacidade de sentir o sentimento do outro como se fosse o seu próprio.

Mais resumidamente ainda: empatia é sentir com.

Empatia não é tentar retirar a dor do coração do outro, mas sim compreender que ele está sofrendo (e muito) por aquilo. Sim, aquilo, para você, pode até parecer uma bobagem, mas, para ele, é algo muito, mas muito importante.

Ser empático não é questionar as causas, não é julgar, não é tentar minimizar o sofrimento. Ser empático é ater-se ao sentimento, é perceber o sofrimento, é saber o que é sofrer. É se lembrar que um dia você já sofreu também e que você sabe o quanto é doloroso.

O mais incrível da empatia é que ela não precisa de muitas palavras para se manifestar. Na verdade, não precisa de palavra alguma. Ela acontece apenas com um olhar de amor, em meio a um silêncio acolhedor que diz: eu estou aqui com você.

Ser empático é levar a comunicação para a mudez amorosa e compreensiva, que abraça, acolhe e consola. É claro que o silêncio pode dar lugar às palavras de conforto, desde que se limitem a dizer: Eu sei o que você está sentindo. Você não está sozinho!

Eu já te adianto que não é lá muito fácil praticar a empatia, principalmente quando há amor envolvido. Ao vermos alguém que amamos sofrendo, é meio que instintivo querer tirar a dor do coração da pessoa o mais rápido possível. Nessa, soltamos frases do tipo: “Não acredito que você está assim por causa dessa bobagem! Você consegue ver o quanto isso é bobo?”. Nessa, não somos empáticos, porque nossa tentativa atabalhoada de consolar acaba por dizer que nós não compreendemos e não respeitamos a dor alheia.

É, não é fácil mesmo, mas, quando você consegue… Ah, cria-se um elo, um vínculo, uma coisa linda chamada conexão! E, por ela, valem a pena todas as nossas tentativas.

Eu comecei nossa conversa dizendo que eu sempre achei que empatia e simpatia fossem a mesma coisa. Sim, é verdade, até o dia em que fui tratada com empatia. Quando alguém, no auge da minha dor, olhou nos meus olhos com muita sinceridade, sorriu-me com complacência e deixou que o seu gesto falasse por si só.

Naquele momento eu me senti amada e acolhida. Naquele momento, enfim, eu entendi.

Por um mundo com mais conexão e empatia! Então, vem comigo!

Em algum momento você vai querer desistir

Em algum momento da sua vida, diante de uma situação importante, você vai querer desistir.

Você vai tentar se convencer de que não adianta lutar, que não há mais forças para tentar e que aquela é uma batalha perdida.

“Reconheça, você perdeu.” – Você se diz. – “Pare de tentar e vamos voltar ao que era antes. Eu até aceito as suas desculpas…”.

Sei que nessa hora você sente o peso do mundo nas costas. O fracasso tão próximo, que você é capaz de sentir o seu gosto nos lábios. O calor da derrota se abatendo sobre você, que já começa a concordar que não tem mais forças.

Nessa hora, quando todos os fatores externos parecem ir contra você, quando você mesmo já quer desistir de você, silencie o mundo.

Pare o que estiver fazendo, cale qualquer outra voz que lhe ocupe os ouvidos e concentre-se.

Concentre-se na vozinha que vem lá do fundo do seu íntimo, utilizando todas as suas forças, o último respiro de ânimo, para te dizer: VOCÊ PODE SIM!!!

De repente, você se vê capaz de novo. Você percebe que tudo é uma questão de escolhas, até mesmo suas crenças, e que aquilo que você escolher será a sua realidade.

Nessa hora, escolha a força. Escolha a coragem. Escolha a esperança. Escolha a vontade. Escolha VOCÊ!

Escolha o seu poder, ainda que o mundo insista em gritar que você não é capaz. Escolha ser capaz!

Escolha ser o guia da sua vida, escolha entrar em contato com sua força, escolha alimentar aquela vozinha fraquinha, para que ela se torne um brado ensurdecedor, que ecoa dentro de você e ressoa para o mundo.

Escolha acreditar em você. Escolha esquecer o significado da palavra desistir. Escolha persistir…

Escolha viver os seus dias em sua plenitude. Escolha a leveza de alma e o sorriso no rosto.

Escolha uma vida mais significativa. Escolha o aqui, escolha o agora, escolha estar presente.

Escolha o melhor.

Então, vem comigo!

Essa tal liberdade

Muito se fala, nos dias de hoje, sobre liberdade. Virou meio que uma palavra da moda, todos buscando essa tal liberdade.

Mas, cá entre nós, o que é liberdade?

Sempre que ouço as pessoas falando sobre isso, logo identifico a ideia central da palavra: uma vida sem qualquer tipo de vínculo, sem relacionamentos ou trabalho fixo, enfim, nada que “prenda”.

Hum. Será que para ser livre não podemos mesmo ter nenhum tipo de vínculo com nada ou ninguém? Isso é liberdade? Ou será que é apenas uma espécie de fuga?

Eu tenho bastante claro que a liberdade é um valor para mim, daqueles que conduzem a minha vida e encabeçam as minhas decisões. A diferença é que eu sei o que ela realmente significa.

Liberdade não é viver sem vínculos, é viver sem amarras, sem limitações. – “Ué, mas não é a mesma coisa?” – Não, senhor! É completamente diferente.

Você pode muito bem viver sem vínculos e, ainda assim, continuar preso. Preso a tudo que te limita, que, pasme, não vem de nenhum outro lugar que não de você mesmo. Preso a pensamentos negativos, ideias preconcebidas, crenças limitantes, medo…

Como ser livre com medo? Como ser livre preocupado com o que os outros vão pensar de você ou quem poderá ficar chateado se você não fizer as coisas do jeito que o outro quer?

A liberdade, por outro lado, te faz viver leve! Quando se é livre, a leveza se torna a sua realidade. Taí duas palavras que combinam: livre e leve.

A leveza de viver livre do peso da mágoa, do medo, dos preconceitos, de tudo o que todos dizem que é o melhor para você.

Liberdade é escolher o que é melhor para você. É pegar lápis e papel e desenhar a vida que você quiser, a vida dos seus sonhos. Prefere lápis de cor, tinta guache? Fique à vontade, você é livre!

Quando se vive em estado de liberdade, a preocupação com os outros (aquela que te aflige e faz sofrer) simplesmente não existe!

E você é tão livre e tão leve, que pode até viver um relacionamento duradouro, constituir uma família, ter residência fixa e mesmo um emprego, sem que em momento algum você se sinta preso por isso.

Pode também colocar uma mochila nas costas e viajar pelo mundo, nunca se casar ou ter filhos, seu endereço pode ser nada além de uma caixa postal, e você será igualmente livre. A liberdade genuína, fruto das suas próprias escolhas, resultado da sua essência, da sua vontade, e não porque está em fuga.

Aliás, fugir é uma coisa que não adianta de nada, porque tudo o que mais te assusta e atormenta está dentro de você mesmo.

No fim, a liberdade é uma questão de autoconhecimento. É saber quem você é, o que te faz feliz e o que você quer para a sua vida. Mais: liberdade é dar vazão à força que vem de dentro você. É silenciar o mundo para poder deixar falar a sua própria voz. É experimentar a plenitude de ser nada além de você mesmo.

Quer mais liberdade na sua vida? Então, Vem Comigo!

Conta pra mim, o que te impede de ser livre? Deixe um comentário ou mande um email para carol@entaovemcomigo.com.br