junho 2015

Autoestima em tempos de crise

Autoestima – eu não tenho tempo para essa bobagem.

Você acredita que autoestima é uma coisa supérflua? Que, com tantos problemas que o mundo vem enfrentando, dedicar-se à autoestima é um capricho de gente imatura?

“Eu preciso me preocupar é com como eu vou pagar as contas no final do mês!”

Se as frases acima fizeram sentido para você, primeiro dê uma lidinha nisso aqui e depois volte, pois hoje eu vou te explicar como uma autoestima consolidada é fundamental para superar crises.

Já voltou? Ótimo! Então, continuemos.

A primeira coisa que eu tenho que te dizer é que a autoestima é o maior ativo que uma pessoa tem em sua vida. É como se fosse o seu pote de ouro particular, de onde ela extrairá todos os recursos necessários para se manter.

Quando se tem uma autoestima fortalecida, você acredita em si mesmo. Você tem consciência de seu valor, de suas habilidades, de suas potencialidades. Você sabe que tem dentro de si todas as ferramentas de que precisa para construir a realidade que quiser! Em bom mineirês, você tem a faca e o queijo nas mãos!

Por outro lado, quando sua autoestima está debilitada, você não tem consciência do seu potencial. Por ignorá-los, você não utiliza corretamente os seus dons, talentos e habilidades e, como resultado, você se desespera diante das dificuldades e tem certeza de que as coisas darão errado para você. “Estou fadado ao fracasso”.

A crise é uma excelente geradora de oportunidades, desde que se tenha olhos para percebê-las. E quem é capaz de perceber uma oportunidade e acreditar nela? Apenas aqueles que acreditam em si mesmos, em primeiro lugar!

“Enquanto alguns choram, outros vendem lenços.” – Você já ouviu esse ditado? E quem você acha que são os vendedores de lenços? Sim, são aqueles que acreditam em si mesmos! Aqueles que vêm todos à sua volta se desesperarem, mas têm dentro de si a certeza de que eles não são como todos os outros, eles são únicos! Eles se reconhecem assim, especiais, e não se conformam em sentar e chorar. Eles enxergam que podem e devem fazer alguma coisa de diferente, para obterem os resultados que merecem: os melhores resultados!

Acreditar que você é capaz e merecedor da felicidade é o que te impulsiona a ir além! É o que te faz manter a calma diante das dificuldades e começar a analisar como você pode utilizar tudo aquilo que JÁ TEM para modificar o cenário, tornando-o favorável para você!

E quando eu falo de crises, não me refiro apenas ao cenário econômico nacional/mundial. Eu me refiro a qualquer tipo de problema que você esteja enfrentando exatamente agora, em qualquer área da sua vida! Trabalho, relacionamentos amorosos, finanças, família…

Seja qual for a sua batalha íntima, aí dentro de você já existem as armas necessárias à vitória! O que está faltando na sua vida é apenas um olhar atento para dentro de si. Está faltando fé! Não em Deus ou qualquer que seja a sua crença, mas fé em você mesmo!

O que falta para sua guinada de vida, para a sua virada, para a sua vitória, é acreditar que você pode e merece o melhor! Conhecer e acreditar nos seus dons, nas suas habilidades, no potencial vencedor que há dentro de você e deixar todas essas virtudes virem ao mundo, sem medo, sem vergonha, apenas com toda a sua vontade e gana de ser feliz!

Toma. Eu te entrego agora uma caixa de lenços. O que você fará com ela? Essa decisão determinará o seu presente e seu futuro, então faça uma boa escolha!

Então, Vem Comigo!

Se você quiser saber mais sobre o meu trabalho como Coach de Autoestima e Poder Pessoal, envie um e-mail para contato@entaovemcomigo.com.br será um prazer te ajudar a construir uma base sólida para edificar a vida incrível que você merece!

Uma lição preciosa para você

Semana passada eu enviei um e-mail para os assinantes da newsletter.

O resultado foi que minha caixa de entrada ficou abarrotada de respostas, pois muita gente se identificou muito com o que foi dito ali.

Decidi, então, compartilhar com você também, porque acredito que essa lição também pode mudar a sua vida!

“Esse fim de semana eu assisti a um filme da Disney, Malévola, e ele me fez pensar bastante…

[Atenção! Este texto pode conter spoiler]

O filme retrata a história da bruxa da Bela Adormecida. A história nos mostra como a bruxa era possuidora de um coração puro e, após, sofrer uma decepção e um trauma que não foi capaz de superar, o sofrimento tomou conta de sua vida e ela se tornou uma pessoa amarga, cheia de dor, tristeza e ódio.

Ao conhecer o sofrimento da bruxa, toda a sua história de vida e o grande trauma que sofreu, imediatamente você é tomado por compaixão. Aqueles sentimentos de repulsa e reprovação dão lugar à compreensão e ao perdão e, além de não nutrir mais aversão, você passa a torcer pelo bem da bruxa, você deseja, de coração, que ela reencontre a paz de espírito que já teve um dia.

O que essa história da Disney tem a ver com você? Simples, em nossas vidas sempre temos alguém que nos fez alguma sacanagem, sempre temos um vilão particular, que nos passou a perna, que nos desapontou ou decepcionou, certo?

Essa pessoa, assim como a Malévola, tem a sua própria história de vida, o seu próprio sofrimento, a sua própria dor.

O problema é que ficamos tão envolvidos pela conduta dele(a) e como os seus atos afetaram diretamente a nossa vida, que nós também nos tornamos cegos e só conseguimos pensar na nossa própria dor.

Quando você para um pouco e tenta imaginar o quanto aquele sujeito deve ter sofrido em sua própria vida e as histórias difíceis que ele deve ter passado em algum momento de sua existência, o rancor é imediatamente dissolvido, dando lugar à compaixão. Você se torna capaz de perdoar o seu ofensor.

O filme termina com a seguinte frase: A história não aconteceu do jeito que te contaram.

Assim também é a vida. A história nunca é do jeito que pensamos ser. Por mais coisas que acreditemos saber a respeito dela, nós nunca conheceremos a verdadeira dor do nosso ofensor.

Uma vez ouvi a seguinte frase (cuja autoria admito desconhecer) que impactou profundamente a minha vida e veio à tona enquanto eu via o filme: “Se nós conhecêssemos as lutas e as dores dos nossos inimigos, eles logo se tornariam nossos amigos.”

E hoje, nesse início de semana, eu te convido a refletir sobre isso. Pense em uma pessoa que te fez sofrer recentemente, pode ser alguém que você nem mesmo conheça, alguém que protagonizou uma cena odiosa, ou que fez algo que você ficou sabendo pelos noticiários. Agora, pense um pouco em como a vida dessa pessoa deve ter sido difícil, pense em tudo pelo que ela pode ter passado, o tanto que esse sofrimento deixou nelas as mais profundas marcas e traumas.

Compreenda essa pessoa, compadeça-se por sua dor, perdoe-a. Tire do seu coração o peso do ódio, da mágoa e do rancor. Liberte-se. Deixe ir todo o sofrimento e passe a emanar o perdão, a compreensão e o amor.

Faça uma prece ou uma mentalização em favor desse alguém que te machucou. Diga-lhe, mentalmente, que você o entende e o perdoa, e que daí onde você está agora, você envia para ele as suas mais belas e puras energias.

Pratique o perdão. Pratique a compaixão. Seja a mudança. Seja o amor!

Boa semana!

Com amor,

Carol”

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Amor de Verdade

Sabe aquele amor profundo que te faz seguir em frente, te enche de força, ânimo, disposição e que te dá a segurança e certeza de que você pode conquistar tudo o que quiser na vida?

Esse é o amor mais poderoso que existe, esse é o amor de verdade! Esse é o amor próprio!

E para te ensinar a cultivar esse amor lindo aí dentro de você, eu e minha amiga e também Coach de Autoestima, Ana Luiza Halla – fundadora do Eu de Verdade, criamos o Workshop Amor de Verdade em que te ensinaremos atividades e ferramentas práticas de autoconhecimento e fortalecimento de autoestima!

O evento acontecerá dia 13.06.2015 (sábado), das 08h30 às 12hs em Belo Horizonte.

Chegou a hora de parar de buscar o amor do lado de fora e começar a cultivá-lo do lado de dentro!

Então, corra para fazer sua inscrição pelo e-mail eventoamordeverdade@gmail.com As vagas são super limitadas, por isso é melhor você se apressar!

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A verdade por trás do propósito

Nunca antes na história desse planeta se falou tanto sobre propósito, sobre viver o seu sonho, sobre fazer o que você ama e largar tudo para se transformar na pessoa que você tanto quer ser!

Sim, sim, eu também concordo com isso, mas acho que a dimensão e repercussão que esse assunto tomou pode ser bastante perigosa.

Por isso, hoje o “i” a ser pingado (sim, eu adorei essa coisa de botar os pingos nos “is” e isso começou AQUI) é justamente esse tal de propósito, uma coisa muito na moda e que, do jeito que vem sem tratada ultimamente, pode acabar por minar a sua autoestima.

Antes de começar a me explicar melhor, e para evitar que você tenha palpitações e um surto nervoso até o final deste texto, já vou logo te adiantando: eu não vou falar para você largar o seu emprego, ok?!

Ultimamente esse negócio de fazer o que você ama virou meio que uma febre e as pessoas já começam a torcer o nariz quando te escutam dizendo que não vai largar o seu emprego para ser treinador de gaivotas caolhas no sul da Indonésia! “Mas você adora pássaros! É o seu propósito! Queime os seus barcos…!”

Senta aqui, vamos conversar sobre isso.

Em primeiro lugar: que diabos é propósito? Será que é ser vida loka e criar um trabalho maluco, botar uma mochila nas costas e viver de amor? Claro que não!

O seu propósito (e sem dúvidas é a tarefa mais difícil) é saber quem você é de verdade, é se conhecer profundamente. É ser você mesmo, sem qualquer “se”, “mas”, “porém” ou condição, e saber amar-se e respeitar-se por isso! O que vem depois não é nada além dos desdobramentos e consequências naturais desse autoconhecimento e autoamor (sim, essa palavra não existe, me deixa!).

Em segundo lugar: você NÃO precisa sair do seu emprego! Você não precisa criar um negócio maluco, pedir demissão, vender a sua casa ou virar Coach!

Você pode viver o seu propósito sem sequer sair do lugar em que está agora! Encontrar o seu grande sentido, o seu porquê, é uma coisa que acontece aí dentro de você e que naturalmente se reflete no mundo exterior.

Sei que pode ser muito difícil aceitar essa explicação, porque ela é simples e a gente insiste nessa ideia de que o propósito é uma coisa megalomaníaca (ou será que na verdade o que temos é um mega-ego-maníaco?) tipo descobrir a cura da Aids ou acabar com a fome no mundo!

Sim, isso é extremamente louvável, lindo e digno de todos os meus aplausos, mas não é mais ou menos importante do que o Seu João da padaria, que se sente realizado vendendo um pão de sal quentinho e distribuindo sorrisos sinceros para os seus clientes todos os dias de manhã! O Seu João, com certeza, está fazendo o seu movimento para fazer deste mundo um lugar melhor, e ele não precisou se tornar um monge budista ou mudar-se para o Nepal para isso!

Mas e a história de fazer o que ama? Olha, isso é uma verdade, sim! Mas essa frase tem um complemento que acaba ficando esquecido ou abafado pelo brilho reluzente dessa ideia romântica! É assim: você tem que fazer o que ama ou amar o que faz!

O que não dá, minha gente, é ficar vivendo amargurado, odiando o seu trabalho, a sua vida, o cachorro do vizinho ou a cara da apresentadora da TV. E, acredite em mim, se você está nesse ponto, não será uma mudança de trabalho que vai modificar a sua situação. Como diria o poeta, no seu caso o buraco é mais embaixo.

Você pode fazer uma verdadeira transformação na sua vida apenas modificando a maneira como olha para ela! Você pode encontrar novas paixões, novas habilidades, descobrir pequenos (ou grandes) prazeres, incorporar mais dos seus hobbies em sua rotina, criar um novo círculo de amizades, aprender coisas novas, criar um trabalho social, dar mais atenção à sua família, conversar com as pessoas com um sorriso no rosto… E para nada disso você precisa sair do seu trabalho atual.

Você pode até mesmo descobrir uma maneira de canalizar essas suas paixões, talentos e habilidades no trabalho que você já faz!! Olha que sensacional! É só botar a cabeça para trabalhar, sair da caixinha para ver o mundo com outros olhos, e, ao invés de se queixar, começar a perguntar-se como você pode dar o seu toque à vida que você já tem!

Agora, se o seu caso for daqueles em que você de fato quer largar tudo e construir algo absolutamente novo, vai nessa, vai fundo, vai com TUDO! E não se esqueça de que até mesmo para ir com tudo, você precisa se programar e planejar! Talvez a segurança seja um dos seus valores, e precisa ser respeitada para não criar um conflito interno na sua vida (se você não sabe o que são valores, ou quais são os seus, recomendo fortemente que faça um processo de coaching. Isso vai te trazer uma clareza absurda e, inclusive, ajudará nessa transição).

Vejo um monte de gente por aí quebrando a cara e se decepcionando. Gente que tinha mesmo muito talento e vocação, que era do tipo “largar tudo e ir”, mas que queimou os barcos rápido demais, pulou etapas, não se programou, não se planejou e criou para si uma enorme frustração, talvez porque ninguém tenha tido com eles essa conversa que estamos tendo agora.

Viver o seu sonho é fantástico e maravilhoso e, por isso mesmo, precisa ser encarado com a atenção, o respeito e o cuidado que você merece! Então, estude, analise e programe-se antes.

Aí sim, com tudo planejado e todos os seus valores respeitados, você faz o incendiário, queima seus barcos e vai…

Mas, nunca se esqueça que, sem sombra de dúvidas, o mais importante nessa história toda, a grande chave para o seu sucesso, é saber quem você é de verdade e perceber que o simples fato de ser você mesmo e se amar e respeitar por isso, já carrega em si o poder suficiente para transformar a sua vida e o seu mundo!

Então, vem comigo!

Ei, menina, isso não é autoestima!

Precisamos conversar sobre autoestima. Na verdade precisamos conversar sobre o que não é autoestima, porque eu nunca vi um só conceito causar tanta confusão!

Quase a maioria absoluta das pessoas se confunde quando o assunto é esse. Não tem problema, eu também fiz confusão durante um bom tempo da minha vida, mas chegou a hora de colocarmos os pingos nos is.

Mas antes da gente conversar sobre o que significa de fato o termo, melhor deixar bem claro o que NÃO é autoestima:

  • Tirar um milhão de selfies fazendo carão em todas as situações que Mark Zuckerberg possa imaginar e postar no Faceboook. Não, gente, isso é narcisismo! E é um indício de baixa autoestima! (Ahãm, isso mesmo, baixa autoestima).
  • Achar-se (só) linda e gostosa. A autoestima não é só a aparência! Aqui que a maioria se confunde, porque é amplamente difundida essa ideia de que ter uma autoestima elevada é o mesmo que se achar bonita e, o contrário disso – se achar feia, é ter uma baixa autoestima. Basear como você se sente em relação a si mesma apenas com base na sua aparência é o fim da picada. Dessa forma, quando você estiver naquele “bad hair day” o seu mundo virá abaixo, e o seu amor-próprio murcha na mesma medida em que seu corpo incha!
  • Sentir-se mais e melhor do que os outros. Para se sentir mais ou menos que alguém você precisa primeiro se comparar, e a comparação é um indício de insegurança e de baixa autoestima. Quando você busca no outro um termômetro para o seu bem estar é porque as coisas estão bem bagunçadas aí dentro! O único parâmetro que você deve utilizar para fazer suas medições é você mesma!
  • Ver-se maior do que você realmente é. Hoje eu li um texto que falava justamente isso: ver-se além do que você de fato é não passa de um autoengano! Buscar forças em uma personagem que você criou para chamar de “eu” é apenas se iludir e adiar o momento de ficar cara a cara consigo mesma e descobrir quem você é de verdade! A sua força deve vir do reconhecimento do seu próprio valor e isso deve ser o suficiente para você!

Autoestima é como você se vê, e se gosta ou não que vê. É o sentimento de importância, valor e pertencimento que você tem em relação a si mesma!

Nem preciso dizer que “como você se vê” vai muito além dos seus atributos físicos, né? Isso engloba também conhecer suas qualidades, suas limitações, seus talentos, além de ser diretamente influenciado por uma gama enorme de fatores, tais como os resultados do seu trabalho, a qualidade dos seus relacionamentos, a sua vida financeira, enfim, uma infinidade de coisas!

Mas, peraí que precisamos falar sobre mais uma coisa. Tem um outro elemento que é simplesmente indissociável da autoestima: o autoconhecimento!

Claro! Como você pode saber se gosta ou não gosta de alguma coisa que você nem mesmo conhece? Ter uma autoestima baixa sem se conhecer é exatamente o mesmo que faz uma criança dizendo que não gosta de espinafre, sem nunca ter provado! “Mas os meus amiguinhos disseram que é ruim!” Sim, seus amiguinhos dirão que um monte de coisa é ruim, sem que nem eles mesmos tenham experimentado. Seus amiguinhos também te dirão que várias coisas são certas, um monte de outras, erradas, e que você é feia, bonita, alta, baixa, magra, gorda, burra, inteligente…

E, se o que os coleguinhas disserem for o que você leva em conta para formar sua opinião sobre a vida, menina, você está perdida, porque cada coleguinha tem uma visão de mundo diferente e nenhuma delas é feita a partir dos seus próprios olhos e experiências!

A única coisa que deve importar para você mesma é quem você é de verdade (Não quem seus pais, avós, revistas, novelas e qualquer outra pessoa queira que você seja!)! E dedicar-se a esse conhecimento é fundamental para o fortalecimento da sua autoimagem, sua autoestima, sua autoconfiança, como você se portará diante da vida e, o mais importante, é fundamental para você se decidir como o mundo se portará diante de você!

Ter uma autoestima elevada é se reconhecer única no mundo e incrível, exatamente do jeito que é! Não é fazer vista grossa para as suas limitações, não! É enxergar as suas dificuldades e saber que você tem talentos e habilidades que se contrapõem a elas, e buscar nestes últimos a força de que necessita para qualquer superação! É buscar crescer porque você merece ser cada vez melhor, e se tratar com a generosidade, amor e carinho dos quais você se reconhece digna!

É chegada a hora de romper com tudo que você achava que sabia sobre a vida e sobre você mesma até agora e começar a construir uma visão autêntica e verdadeira sobre quem você é de verdade! É chegada a hora de experimentar um amor profundo aí dentro de você: o seu amor próprio, e descobrir nesse amor a fonte de energia para dar uma guinada em sua vida!

Então, comece agora mesmo a se (re)conhecer e se amar pra valer! Então, vem comigo!

E aí, como anda a sua autoestima? Vamos conversar mais sobre isso? Mande um e-mail para carol@entaovemcomigo.com.br ou deixe seu comentário aqui embaixo!