Certezas incertas

Tem horas que a gente precisa desapegar. Deixar o velho seguir o seu caminho, abrindo espaço para o novo encher a nossa vida e nos surpreender a cada dia com seus encantos.

Sei que você já me ouviu falando sobre isso por aqui e, olha, vai ouvir muito ainda.

O apego é uma faceta do medo. O medo do novo, do desconhecido. Medo de não conseguir mudar a nossa vida. Medo das coisas darem errado. Medo de quebrar a cara. Medo de não conhecer ninguém melhor…

Medo. Medo. Medo. Que, como um veneno, vai nos paralisando, nos imobilizando. De repente, vivemos nossa própria cena de filme de terror. Estamos presos em um corpo que não é o nosso, vivendo uma vida que não tem nada a ver com a gente e da qual simplesmente não conseguimos sair. Estamos fadados à angústia eterna de não conseguirmos gritar ou nos mexer, enquanto, do lado de fora, a vida calmamente segue seu ritmo, como se nada estivesse acontecendo.

Mas, por que vivemos assim? Por que escolhemos viver assim?

É porque temos certeza de que não há outro jeito possível. Certeza de que a dor da tentativa e do fracasso certeiro será demasiado forte. Temos certeza de que, se cairmos, não conseguiremos nos reerguer.

Sim, certezas. Certezas e mais certezas que atolam a nossa mente e sufocam a nossa alma. Certezas que, na maioria das vezes, nem sabemos porque existem. Elas já estavam por aqui antes mesmo de virmos ao mundo. Herdamos e compartilhamos um monte de certezas que não somos capazes, sequer, de explicar porque elas estão certas.

Olha, é chegada a hora de desapegar. Desapegar dessas certezas absurdas, arraigadas em sua vida, em seu inconsciente e que insistem em agir como se fossem verdades absolutas.

É hora de construir certezas novas. Certezas que, como boas certezas que são, sabem que nenhuma certeza é absoluta. Que o mundo muda a cada dia, que nós mudamos com ele e, se tudo muda, elas também mudarão.

Permita-se viver em liberdade! Permita-se conhecer o mundo, experimentar as coisas. Permita-se construir a sua própria realidade, saborear intensa e calmamente a sua vivência, com todas as maravilhas que ela te proporcionará!

Não aceite que essas velhas certezas limitantes tentem te impedir. Liberte-se delas. Liberte-se de tudo que lhe diga que não é possível, de tudo que lhe sugira que não vale a pena!

Desconstrua suas certezas. Construa a sua liberdade.

Então, vem comigo!

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