Clareza

Uma mudança de era…

“Não é uma era de mudanças, é uma mudança de era.” – disse ontem Dudu Obregon, fundador da Perestroika BH, na palestra sobre futurismo, enquanto, ali na plateia, eu vivia um daqueles momentos disruptivos. O meu mundo parou e minha mente criou vida própria, vislumbrando o cenário da realidade que já começa a se desenrolar diante de nós.

É uma mudança de era. O mundo, tal como o conhecemos hoje, dando lugar a um mundo completamente novo, inteiramente desconhecido, e a gente ali no meio, (sobre)vivendo a tudo isso.

Não tem como ouvir essa frase e não sentir um frio na barriga. Dá medo. Assusta. É desconcertante. É desconfortável.

De repente você percebe que tudo aquilo que hoje para você é conhecido, certo e seguro, virou passado. Suas certezas? Em um piscar de olhos, virando pó. E o desconhecido é a nova realidade.

Venhamos e convenhamos, o mundo muda. Tudo se transforma a cada minuto, a cada segundo, bem aqui, diante de nossos olhos. Ok, ok. Sei que você está tão corrido na sua vida agitada, cheia de compromissos, horários, trânsito, contas e afins, que nem mesmo percebe essa mudança toda acontecendo, mas, acredite em mim, ela não vai embora só porque você escolheu fechar os olhos para ela.

Resistir é inútil. Ignorar é insano. Fechar os olhos para a realidade é tão sensato e prudente quanto guardar uma conta no fundo da gaveta e achar que ela sumirá ou se pagará sozinha, apenas porque foi escondida no meio da bagunça.

A mudança é a única coisa estável nas nossas vidas. Ela existe a cada nanossegundo. E, por mais que a gente queira, não dá pra se agarrar na pedra cheia de lodo e tentar ficar lá pra sempre. Escorrega, até que seus dedos não aguentam.

A tendência da água é mesmo correr rio abaixo, então, ao invés de lutar contra a correnteza, porque não se deixar levar, abrir os braços e reparar no céu? Resistir dá mais trabalho. Lutar contra a correnteza, bater nas pedras do fundo, tentar respirar enquanto se agarra, engolir água… Nada agradável.” – Do livro Criativo e Empreendedor, Sim Senhor – da Rafaela Cappai.

Será mesmo que ignorar ou resistir é a opção mais inteligente? Acho que já deu pra ver que não, né?

Mas, e como lidar com tudo isso, como viver essa mudança de era? Como se adaptar, flutuar com a correnteza, curtir a paisagem e de quebra aproveitar para pegar um bronze?

Respira fundo. Inspira, expira e vem comigo, porque a resposta é mais simples do que parece.

A única maneira de passar ileso por tudo isso é fortalecer a base. Não, não estou falando de base antiaérea ou abrigo antimísseis, estou falando de você mesmo, seu mundo interior, a sua base, aquela que é resultado da soma: autoconhecimento + autoestima + autoconfiança.

Para lidar com esse cenário que se desenrola é fundamental você saber quem é de verdade, e respeitar e admirar isso! É você ter toda a clareza possível sobre si mesmo, reconhecer suas forças, suas fraquezas, seu potencial e suas limitações. É descobrir a fórmula mágica, essa mistura de ingredientes que, juntas dentro de um mesmo caldeirão, forma VOCÊ – uma pessoa única, exclusiva, especial e interessante pra caramba!

Essa autoconsciência é que será sua fonte de força. É ela que vai fazer com que você bata no peito com orgulho, se assuma diante do mundo e vá lá pra fora aproveitar a nova era para construir as suas oportunidades!

Nos dias de hoje o que mais vemos por aí são pessoas buscando do lado de fora alguma coisa para tapar o buraco do vazio que há do lado de dentro. Ao invés de olharem para si mesmas, identificarem e resolverem suas demandas internas, essas pessoas passam tal responsabilidade para o mundo, procurando do lado de fora a pecinha que falta para os seus quebra-cabeças.

O problema é que elas não fazem ideia de qual o desenho dos seus quebra-cabeças, elas não sabem sequer se ali dentro há de fato um quebra-cabeças, e buscam desesperada e atabalhoadamente o maior número de peças para suprir necessidades que elas nem mesmo sabem se têm.

Isso é muito doloroso, concorda? É doloroso porque elas se jogam em uma corrida maluca sem destino para chegar, uma gincana eterna que nenhuma prova é capaz de encerrar, porque elas não sabem o objetivo que têm que atingir para o sofrimento chegar ao fim.

E, se isso já é doloroso hoje, quando o mundo lá fora lhes é “conhecido”, dentro de suas zonas de conforto, como será o amanhã para essas pessoas, quando tudo que elas tinham hoje como certo simplesmente virar passado e todas as suas certezas virarem nada mais do que história diante desse novo e desconhecido mundo?

Se hoje é doloroso, amanhã será insuportável!

Por outro lado, temos aquele que desde já se prepara para a vida, mergulhando no autoconhecimento, fortalecendo sua base interior, sua autoestima, sua autoconfiança. Se esse cara hoje já é capaz de viver bem e em paz consigo mesmo, amanhã ele será um criador de oportunidades. Esse cara é o ser humano do futuro, que sabe que, por mais que o mundo mude, sempre haverá um lugar especial para ele, isso porque ele não ficou sentado esperando as coisas acontecerem, mas decidiu ele mesmo arregaçar as mangas e criar o seu lugar especial, o seu lugar ao sol, ou à sombra, ou mesmo dentro da piscina (o lugar é dele e ele o constrói onde bem entender ;-))!

Bom, mas isso tudo é e sempre será nada além de uma escolha sua. Resistir ou se entregar, olhar para fora ou olhar para dentro. Escolhas, escolhas e mais escolhas.

“Não é uma era de mudanças, é uma mudança de era.” E você, como escolhe passar por isso tudo?

A bola está contigo, o seu futuro está nas suas mãos, mas, sabe, algo me diz que não preciso me preocupar contigo, porque você saberá tomar a melhor decisão!

Então, Vem Comigo!

A verdade por trás do propósito

Nunca antes na história desse planeta se falou tanto sobre propósito, sobre viver o seu sonho, sobre fazer o que você ama e largar tudo para se transformar na pessoa que você tanto quer ser!

Sim, sim, eu também concordo com isso, mas acho que a dimensão e repercussão que esse assunto tomou pode ser bastante perigosa.

Por isso, hoje o “i” a ser pingado (sim, eu adorei essa coisa de botar os pingos nos “is” e isso começou AQUI) é justamente esse tal de propósito, uma coisa muito na moda e que, do jeito que vem sem tratada ultimamente, pode acabar por minar a sua autoestima.

Antes de começar a me explicar melhor, e para evitar que você tenha palpitações e um surto nervoso até o final deste texto, já vou logo te adiantando: eu não vou falar para você largar o seu emprego, ok?!

Ultimamente esse negócio de fazer o que você ama virou meio que uma febre e as pessoas já começam a torcer o nariz quando te escutam dizendo que não vai largar o seu emprego para ser treinador de gaivotas caolhas no sul da Indonésia! “Mas você adora pássaros! É o seu propósito! Queime os seus barcos…!”

Senta aqui, vamos conversar sobre isso.

Em primeiro lugar: que diabos é propósito? Será que é ser vida loka e criar um trabalho maluco, botar uma mochila nas costas e viver de amor? Claro que não!

O seu propósito (e sem dúvidas é a tarefa mais difícil) é saber quem você é de verdade, é se conhecer profundamente. É ser você mesmo, sem qualquer “se”, “mas”, “porém” ou condição, e saber amar-se e respeitar-se por isso! O que vem depois não é nada além dos desdobramentos e consequências naturais desse autoconhecimento e autoamor (sim, essa palavra não existe, me deixa!).

Em segundo lugar: você NÃO precisa sair do seu emprego! Você não precisa criar um negócio maluco, pedir demissão, vender a sua casa ou virar Coach!

Você pode viver o seu propósito sem sequer sair do lugar em que está agora! Encontrar o seu grande sentido, o seu porquê, é uma coisa que acontece aí dentro de você e que naturalmente se reflete no mundo exterior.

Sei que pode ser muito difícil aceitar essa explicação, porque ela é simples e a gente insiste nessa ideia de que o propósito é uma coisa megalomaníaca (ou será que na verdade o que temos é um mega-ego-maníaco?) tipo descobrir a cura da Aids ou acabar com a fome no mundo!

Sim, isso é extremamente louvável, lindo e digno de todos os meus aplausos, mas não é mais ou menos importante do que o Seu João da padaria, que se sente realizado vendendo um pão de sal quentinho e distribuindo sorrisos sinceros para os seus clientes todos os dias de manhã! O Seu João, com certeza, está fazendo o seu movimento para fazer deste mundo um lugar melhor, e ele não precisou se tornar um monge budista ou mudar-se para o Nepal para isso!

Mas e a história de fazer o que ama? Olha, isso é uma verdade, sim! Mas essa frase tem um complemento que acaba ficando esquecido ou abafado pelo brilho reluzente dessa ideia romântica! É assim: você tem que fazer o que ama ou amar o que faz!

O que não dá, minha gente, é ficar vivendo amargurado, odiando o seu trabalho, a sua vida, o cachorro do vizinho ou a cara da apresentadora da TV. E, acredite em mim, se você está nesse ponto, não será uma mudança de trabalho que vai modificar a sua situação. Como diria o poeta, no seu caso o buraco é mais embaixo.

Você pode fazer uma verdadeira transformação na sua vida apenas modificando a maneira como olha para ela! Você pode encontrar novas paixões, novas habilidades, descobrir pequenos (ou grandes) prazeres, incorporar mais dos seus hobbies em sua rotina, criar um novo círculo de amizades, aprender coisas novas, criar um trabalho social, dar mais atenção à sua família, conversar com as pessoas com um sorriso no rosto… E para nada disso você precisa sair do seu trabalho atual.

Você pode até mesmo descobrir uma maneira de canalizar essas suas paixões, talentos e habilidades no trabalho que você já faz!! Olha que sensacional! É só botar a cabeça para trabalhar, sair da caixinha para ver o mundo com outros olhos, e, ao invés de se queixar, começar a perguntar-se como você pode dar o seu toque à vida que você já tem!

Agora, se o seu caso for daqueles em que você de fato quer largar tudo e construir algo absolutamente novo, vai nessa, vai fundo, vai com TUDO! E não se esqueça de que até mesmo para ir com tudo, você precisa se programar e planejar! Talvez a segurança seja um dos seus valores, e precisa ser respeitada para não criar um conflito interno na sua vida (se você não sabe o que são valores, ou quais são os seus, recomendo fortemente que faça um processo de coaching. Isso vai te trazer uma clareza absurda e, inclusive, ajudará nessa transição).

Vejo um monte de gente por aí quebrando a cara e se decepcionando. Gente que tinha mesmo muito talento e vocação, que era do tipo “largar tudo e ir”, mas que queimou os barcos rápido demais, pulou etapas, não se programou, não se planejou e criou para si uma enorme frustração, talvez porque ninguém tenha tido com eles essa conversa que estamos tendo agora.

Viver o seu sonho é fantástico e maravilhoso e, por isso mesmo, precisa ser encarado com a atenção, o respeito e o cuidado que você merece! Então, estude, analise e programe-se antes.

Aí sim, com tudo planejado e todos os seus valores respeitados, você faz o incendiário, queima seus barcos e vai…

Mas, nunca se esqueça que, sem sombra de dúvidas, o mais importante nessa história toda, a grande chave para o seu sucesso, é saber quem você é de verdade e perceber que o simples fato de ser você mesmo e se amar e respeitar por isso, já carrega em si o poder suficiente para transformar a sua vida e o seu mundo!

Então, vem comigo!

Ei, menina, isso não é autoestima!

Precisamos conversar sobre autoestima. Na verdade precisamos conversar sobre o que não é autoestima, porque eu nunca vi um só conceito causar tanta confusão!

Quase a maioria absoluta das pessoas se confunde quando o assunto é esse. Não tem problema, eu também fiz confusão durante um bom tempo da minha vida, mas chegou a hora de colocarmos os pingos nos is.

Mas antes da gente conversar sobre o que significa de fato o termo, melhor deixar bem claro o que NÃO é autoestima:

  • Tirar um milhão de selfies fazendo carão em todas as situações que Mark Zuckerberg possa imaginar e postar no Faceboook. Não, gente, isso é narcisismo! E é um indício de baixa autoestima! (Ahãm, isso mesmo, baixa autoestima).
  • Achar-se (só) linda e gostosa. A autoestima não é só a aparência! Aqui que a maioria se confunde, porque é amplamente difundida essa ideia de que ter uma autoestima elevada é o mesmo que se achar bonita e, o contrário disso – se achar feia, é ter uma baixa autoestima. Basear como você se sente em relação a si mesma apenas com base na sua aparência é o fim da picada. Dessa forma, quando você estiver naquele “bad hair day” o seu mundo virá abaixo, e o seu amor-próprio murcha na mesma medida em que seu corpo incha!
  • Sentir-se mais e melhor do que os outros. Para se sentir mais ou menos que alguém você precisa primeiro se comparar, e a comparação é um indício de insegurança e de baixa autoestima. Quando você busca no outro um termômetro para o seu bem estar é porque as coisas estão bem bagunçadas aí dentro! O único parâmetro que você deve utilizar para fazer suas medições é você mesma!
  • Ver-se maior do que você realmente é. Hoje eu li um texto que falava justamente isso: ver-se além do que você de fato é não passa de um autoengano! Buscar forças em uma personagem que você criou para chamar de “eu” é apenas se iludir e adiar o momento de ficar cara a cara consigo mesma e descobrir quem você é de verdade! A sua força deve vir do reconhecimento do seu próprio valor e isso deve ser o suficiente para você!

Autoestima é como você se vê, e se gosta ou não que vê. É o sentimento de importância, valor e pertencimento que você tem em relação a si mesma!

Nem preciso dizer que “como você se vê” vai muito além dos seus atributos físicos, né? Isso engloba também conhecer suas qualidades, suas limitações, seus talentos, além de ser diretamente influenciado por uma gama enorme de fatores, tais como os resultados do seu trabalho, a qualidade dos seus relacionamentos, a sua vida financeira, enfim, uma infinidade de coisas!

Mas, peraí que precisamos falar sobre mais uma coisa. Tem um outro elemento que é simplesmente indissociável da autoestima: o autoconhecimento!

Claro! Como você pode saber se gosta ou não gosta de alguma coisa que você nem mesmo conhece? Ter uma autoestima baixa sem se conhecer é exatamente o mesmo que faz uma criança dizendo que não gosta de espinafre, sem nunca ter provado! “Mas os meus amiguinhos disseram que é ruim!” Sim, seus amiguinhos dirão que um monte de coisa é ruim, sem que nem eles mesmos tenham experimentado. Seus amiguinhos também te dirão que várias coisas são certas, um monte de outras, erradas, e que você é feia, bonita, alta, baixa, magra, gorda, burra, inteligente…

E, se o que os coleguinhas disserem for o que você leva em conta para formar sua opinião sobre a vida, menina, você está perdida, porque cada coleguinha tem uma visão de mundo diferente e nenhuma delas é feita a partir dos seus próprios olhos e experiências!

A única coisa que deve importar para você mesma é quem você é de verdade (Não quem seus pais, avós, revistas, novelas e qualquer outra pessoa queira que você seja!)! E dedicar-se a esse conhecimento é fundamental para o fortalecimento da sua autoimagem, sua autoestima, sua autoconfiança, como você se portará diante da vida e, o mais importante, é fundamental para você se decidir como o mundo se portará diante de você!

Ter uma autoestima elevada é se reconhecer única no mundo e incrível, exatamente do jeito que é! Não é fazer vista grossa para as suas limitações, não! É enxergar as suas dificuldades e saber que você tem talentos e habilidades que se contrapõem a elas, e buscar nestes últimos a força de que necessita para qualquer superação! É buscar crescer porque você merece ser cada vez melhor, e se tratar com a generosidade, amor e carinho dos quais você se reconhece digna!

É chegada a hora de romper com tudo que você achava que sabia sobre a vida e sobre você mesma até agora e começar a construir uma visão autêntica e verdadeira sobre quem você é de verdade! É chegada a hora de experimentar um amor profundo aí dentro de você: o seu amor próprio, e descobrir nesse amor a fonte de energia para dar uma guinada em sua vida!

Então, comece agora mesmo a se (re)conhecer e se amar pra valer! Então, vem comigo!

E aí, como anda a sua autoestima? Vamos conversar mais sobre isso? Mande um e-mail para carol@entaovemcomigo.com.br ou deixe seu comentário aqui embaixo!

Quando você se torna consciente, a mágica acontece!

É no momento em que você acorda, quando você olha para os lados e percebe que quem dá as cartas é você, que quem está na dianteira da sua vida é você mesmo, é aí que a mágica acontece!

Quando você abre os olhos para a vida e começa a perceber que ela é o que você quer que ela seja, é este o momento da libertação.

Você tira o poder das mãos de quem quer que seja e o devolve para onde nunca deveria ter saído: para dentro de você.

E naquele segundo mágico, libertador, transformador, você dá início à história da sua vida. E, adivinhe? Ela será do jeitinho que você quiser! Terá o enredo, o cenário, as personagens e as cores que você escolher e, claro, você é o protagonista! Você e ninguém mais.

Os outros? Eles já não decidem mais por você, eles não têm mais o poder de escolher ou fazer nada, eles não te influenciam mais.

Claro que você terá companhias! Mas somente aquelas que você convidar para entrar, as pessoas mais iluminadas, alegres, inspiradoras, sonhadores como você, que, muito longe de quererem te controlar, unem-se a você pelos mais genuínos e singelos sentimentos. Só quem queira se contagiar com a sua luz, ao invés de ofuscar o seu brilho!

Sim, você nasceu para brilhar, para iluminar e enriquecer esse mundo! Pode aposentar essa capa velha que você colocava todos os dias para se esconder, agora é a hora de se mostrar. Presentear o mundo com a versão mais linda e especial de você, a verdadeira, sem filtros ou qualquer tipo de bloqueio!

Agora você está no comando e não tem mais nada a temer!

E aí, tá esperando o que pra começar a escrever a sua história?

Então, vem comigo!

Clareando a Caminhada

Uma das coisas mais incríveis de se ter clareza é que, quando sabemos de fato quem somos e aonde queremos chegar, desenvolvemos o discernimento para distinguir tudo o que nos afasta ou nos aproxima dos nossos objetivos.

E isso nos permite fazer escolhas inteligentes e adequadas! Inclusive no que se refere aos nossos companheiros. Afinal, quem eu quero do meu lado: uma pessoa que está disposta a seguir o caminho, e juntas nos auxiliamos e motivamos mutuamente, ou outra que só sabe reclamar que está muito longe, nunca vai chegar, que já está cansada e parece que vamos derreter de calor?

Chegou a hora de escolher. Escolha sempre o melhor!

Então, vem comigo!